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Sempre que me lembro de ti vejo ao longe uma estrela que brilha,perdida na noite e vejo todas as constela篥s que trazias dentro desse teu olhar a preto e branco tu uma nuvem ou uma aguia atravessando a luz.
E a minha cruz e a memoria que tenho de ti,dessa tua suavidade do toque do teu olhar onde brilhavam as luzes do paraiso;a minha cruz toda feita do ouro das lembran硳 onde tu moras eterno, dentro do meu cora硯.
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O poema sobe e circula no ar, depois curva-se e toca na cabe硍 de deus que brinca com ele em nuvens perdidas pelos seus dedos absolutos e rola e rebola dentro das palavras que gravam ironias nos circulos mais altos e resolutos da poesia. |
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