Terminais Secundários



Introdução


O terminal secundário é extremadamente importante pois nele acumula-se a carga desenvolvida pela bobina de Tesla. A sua geometria deve ser tal que impeça a aparição de irreglulariddes locais com elevada densidade superficial de carga, pois tais pontos acabam conduzindo a carga mencionada à terra, através da atmosfera.

Nosso propósito e evitar quaisquer tipo de fuga incipiente que possa se produzir antes do terminal chegar a tensão máxima!

A melhor maneira para se conseguir isto é utilizar uma terminal secundário com superfícies de grandes raios de curvatura e evitando ao máximo discontinuidades superficiais.

A forma mais simple e óbvia é a esfêra, porém a mais usada é o toroide.



Terminal Esfêrico


Como exemplo do valor da capacitância de um terminal secundário de forma ESFÉRICA de diâmetro D, podemos partir da formula do valor da capacitância de duas esferas concêntricas de diâmetro externo Øext e interno Øint:

logo, para determinar o valor da capacitância isotrôpica da esfera, procedemos a afastar infinitamente a esfera externa. O limite da função anterior na condição desejada nos proporciona o valor procurado:

e como a permitividade do vácuo vale 0.0885 pF/cm, resulta que a fórmula pode ser simplificada para:

CT [pF] = 0.556 x Diam [cm]




Terminal Toroidal


Para um toroide de diâmetro exterior D e diâmetro da seção d , a capacitância isotrôpica do toroide vale:

    C [pF] = k. ( 1.2781 – [d / D] ) .( pd .[D-d] )
Se os diâmetros estiverem em polegadas [inches]
então a constante k = 1.4142
e se estiverem expressados em centímetros então k = 0.556








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by LeMagicien