Alimentamos nossos exemplares segundo conceitos internacionais conhecidos como BARF (do Inglês Biologically Appropriate Raw Food) ou Comida Crua Biológicamente Apropriada. A pesar de ser essa nossa preferência, aconselhamos aquelas pessoas que não tem tempo para conferir a qualidade dos alimentos usados para BARF (ou que não sabem como fazer), que estudem primeiro o assunto antes de utilizar tal sistema de alimentação já que colocariam em risco a seus animais se a comida não fosse sadia.
Abaixo damos algumas citações bibliográficas sobre o assunto mas como a maioria das que tem respaldo científico está em Inglês, sugerimos ao leitor que use seu buscador de Internet preferido.
Logo que desmamam, nossos filhotes bebem a vontade o melhor leite fresco integral do supermercado (preferiríamos leite não processada mas não temos essa opção local). Esse é leite que compramos é a mais gordurosa (i.e. não é aquela tipo C ou a Light).
Logo que desmamam, as mães colocam a nossos filhotes
nossa ração especializada.
Os filhotes ainda não podem comer mas tentam.
Esso vai criando os reflexos certos nos filhotes.
Nossa ração, é 100% natural, consiste em:
carnes, vísceras, ossos e seus tutanos.
Por exemplo, alimentamos os filhotinhos quase desmamados com carne de boi (paleta, acem com osso, músculo, etc.), carne de frango (asas, pescoços, etc - sem ossos), peixe (sem ossos), ovos de codorna (com casca amassada só se eles aceitam casca), etc.
Ou seja, ao invês de dar ração com gosto de ossinho, damos o osso mesmo, o tutano natural, leite natural, etc.
De interesse também é que às vezes, nossos RRs gostam de comer frutas como bananas e tangerinas.
Ésse é o método BARF que, como pode ser concluído de nossas fotos, resulta em animais com ótima saúde.
É interessante observar que todos os descendentes do par original tem estatura maior que os pais.
Isto é, as fêmeas são maiores que a mãe original e os machos são maiores que o pai original.
Esso sugere que nosso sistema de alimentação é superior à recebida pelo pai e pela mãe.
Como as carnes nem sempre tem a mesma consistencia, você terá que observar bem para ver que eles conseguem mastigar e tragar.
Carnes menos macias são boas para que eles fortaleçam as mandíbulas.
Vísceras (ex coração, fígado, baço) são boas opções.
Coração (sem gordura alguma) é excelente e pode ser administrada ad libitum (libremente).
Entretanto, fígado e baço tem que ser restringidos porque podem causar diarreia se ingeridos em excesso.
Ossos frescos são bons para fortalecer os dentes e mandíbulas.
Ossos grandes (i.e. que não coloquem em risco ao animal) podem ser dados tanto como quiser.
O tutano dos ossos é excelente mas, como é gorduroso, tem que ser administrado em forma restringida.
Veja ilustração abaixo.
Sabemos que alguns veterinários recomendam carne branca, vegetais, meditação transcendental, etc.
Felizmente, sempre encontramos páginas de internet de especialistas que apoiam nossos conceitos.
Infelizmente, as páginas estão em Inglês. Aqueles que tenham certo conhecimento de Inglês, ou saibam usar as máquinas de tradução de Internet, por favor, cliquem aqui para ver o que disse o conceituado experto do assunto: Dr. Wendell O. Belfield.
Ração Comercial (de qualquer marca)...
A Opinião do Famoso Especialista Dr. Belfield?
A opinão dele é a mesma que a nossa:
"Não existe controle de ração que possamos confiar". Pior ainda, o Dr. Belfield revela os horrores da indústria de ração para animais. Pensem bem... Dr. Belfield mora nos Estados Unidos, onde supostamente tem bom controle da fabricação de rações. Por isso, preparar comida é a melhor alternativa.
Vejam só outro ángulo interessante...
As instituições de pesquisa mais conceituadas no Primeiro Mundo, tem demonstrado que é importante estimular o sistema imune com pequenas doses de doenças. Dessa forma, os animais desenvolvem defesa contra doenças.
Assim, os RRs não devem ser tratados como cachorrinhos de madame. Resumidamente, os RRs tem genes de cão do mato. Se voces começam tratar os RRs como cachorrinhos de mamadame, então irão desativar os genes do mato.
Os cães atuais não evoluiram do lobo (por milhões de anos) a toa. Por isso, achamos que alimentar um cão forte com papinha é como alimentar um atleta com canjinha.
Genéticamente/Científicamente falando, não é só suficiente ter o gene, mas precisa ativar-lo. Assim, para despertar os genes do cão do mato (i.e. bravura e resistência), é preciso oferecer as condições desse cão do mato.
O fato é que as mães já colocam amostras de comida fresca para os filhotes quando ainda tem 2 semanas. Ou seja, eles ainda nem dentes tem mas a mãe acredita nisso.
Com 1.000 m2 de espaço, nossos RRs tem espaço para queimar suas calorias, enquanto desenvolvem seus músculos, ossos, e dentes ao máximo.